Energisa: Agrupamento das áreas de concessão e reajuste tarifário

Agora, as empresas CFLO, CNEE, EDEVP, EEB e Caiuá são Energisa Sul Sudeste (ESS)

 

O Grupo Energisa solicitou o agrupamento das empresas dos estados de São Paulo e do Paraná em uma única empresa, em Presidente Prudente, onde era a Caiuá. Isso foi concretizado em 01 de julho. Ou seja, desde o início deste mês, já não existem mais as empresas CFLO, CNEE, EDEVP, EEB e Caiuá. Agora, todas são Energisa Sul Sudeste (ESS).
As tarifas foram reajustadas no dia 12 de julho. Clique aqui para ver a matéria da Aneel. Para a composição do valor da tarifa da ESS, foi considerada a soma das parcelas A e B das concessionárias agrupadas (veja tabela abaixo).
Sendo assim, os valores de custos operacionais, que remuneram os trabalhadores, foram somados e considerados para a nova tarifa. Consequência: cada demissão que a ESS fizer a partir de agora, significa lucro para a empresa até a próxima revisão tarifária, que será em 12/07/2021.

Outro ponto a ser destacado no agrupamento foi a decisão das Aneel de somar os valores de parcela A e B, das empresas agrupadas para definição da tarifa nova.

No item custos operacionais, os valores foram somados para definição do custo operacional da empresa resultante do agrupamento.

Fls. 42 Nota Técnica 199/2017-SGT/ANEEL, de 6 de julho de 2017:

“145. Conforme reportado nos parágrafos 29 e 30 desta NT, conclui-se que há benefício em termos de simplificação de normativo, sem perda de qualidade e com obtenção de redução de custos regulatórios administrativos tanto para a distribuidora quanto para a Agência, com a eliminação de exigência de acompanhamento e envio pela distribuidora à ANEEL, até a revisão tarifária prevista para 2021, de informações dos mercados de forma individualizada correspondentes às distribuidoras originais do reagrupamento pela Energisa Sul Sudeste.”

Ou seja até o dia 12/07/2021, todas demissões que ocorrerem na ESS significa mais lucro para a empresa,segundo a avaliação dos dirigentes do Sinergia CUT.