Guia das eleições

Nos próximos dias 20 e 21, os energéticos vão votar para a renovação das direções do Sinergia CUT e do Stieec. Saiba onde, quando e como votar nesta edição especial

Milhares de trabalhadores das empresas energéticas participam na próxima semana de eleições para escolher as novas direções que comandarão as lutas do Stieec (Sindicato dos Eletricitários de Campinas) e do Sinergia CUT (Sindicato dos Trabalhadores Energéticos do Estado de São Paulo) pelos próximos três anos.

As eleições acontecem nos dias 20 e 21 de março (segunda e terça-feira), envolvendo trabalhadores das mais de 60 empresas de energia elétrica e de gás canalizado em todo o estado.

Serão duas eleições paralelas e simultâneas com um colégio eleitoral de cerca de 12 mil trabalhadores da ativa e aposentados, fi liados e em dia com as mensalidades, espalhados pelas macrorregiões em todo estado: Baixada Santista, Bauru, Campinas, Ilha Solteira, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, São José do Rio Preto, São Paulo e Vale do Paraíba.

A votação acontecerá através de urnas fi xas nos locais de trabalho e itinerantes que percorrem várias cidades  (confi ra o “Roteiro de Urnas”).O horário varia de 7h às 17h30. A apuração será centralizada e acontecerá na quarta-feira (22), no Sindicato dos Petroleiros, em Campinas.

Chapas únicas Sem oposição, as eleições envolvem apenas as chapas de situação (Chapa 1), intituladas “Resistência e Ousadia”, para mandatos de três anos. 

A direção colegiada do Sindicato dos Eletricitários de Campinas é formada por 70 trabalhadores e propõe reeleição de Carlos Alberto Alves, operador de usina na AES Tietê e atual presidente do Stieec para a presidência.

Já a chapa do Sinergia CUT, formada por 113 trabalhadores, é encabeçada novamente por Edmar Feliciano, operador de distribuição senior na Caiuá, atual presidente do Sinergia CUT.

Este é o momento de avaliar o passado e traçar o futuro da luta para o  próximo período. E, levando-se em conta o atual cenário vivido pela sociedade brasileira, com vários ataques à democracia, a saída é a resistência com mobilização.

Mais uma vez, sua participação é fundamental para continuar a construir um Sindicato democrático, transparente e de luta!