Governo ilegítimo prejudica trabalhador no presente e quer inviabilizar o futuro com Reforma da Previdência

Se já não bastasse os problemas gerados pela “Reforma Trabalhista” do governo ilegítimo, o trabalhador ainda pode carregar mais prejuízo no futuro em virtude da Reforma da Previdência que também tramita no Congresso Nacional.

Para começar, o trabalhador poderá aposentar-se só aos 65 anos e as trabalhadoras aos 62 anos, o que prejudicará sensivelmente, por exemplo, categorias que convivem com o risco de acidentes de trabalho, como energéticos, petroleiros e construção civil.

Não para por aí: de acordo com a proposta, quem se aposentar e continuar a trabalhar e depois for demitido não terá direito a multa de 40% do trabalhador aposentado. Um escárnio.

Para se contrapor a essas e outras propostas , o senador Paulo Paim (PT-RS) requisitou uma CPI para a Previdência, instalada no dia 26 de abril. A CPI irá investigar as contas da Previdência, verificar as empresas devedoras, o nível de sonegação e a concessão de anistias e transferência de recursos para outras áreas.

Tudo isso para desmontar a farsa de que o sistema previdenciário é deficitário. Pelo contrário. Basta dizer que em 2014 sobraram R$ 55,7 bilhões e em 2015 R$ 11,2 bilhões. 

O problema é que o governo ilegitimo usa um mecanismo chamado Desvinculação de Receitas da União (DRU) que tira 30% do orçamento da seguridade, o que pode representar uma retirada anual de R$ 120 bilhões. 

Ou seja, estão lhe enganando à luz do dia. É preciso reagir.