Plenária aprova resoluções e redução de mensalidade

06 dezembro 16:20 2005

Os 218 delegados do Sinergia CUT estiveram presentes neste sábado para participar da plenária que decidiu sobre modificações e inclusões no texto base preparado para o evento. Como não poderia deixar de acontecer, alguns dados discutidos no dia anterior nos grupos de trabalho mostram as barreiras no horizonte. Mas também houve chamados para desafios, como o apoio na eleição da nova direção do Sindgasista, pleito essencial na consolidação do Sinergia CUT.


Além disso, os debates serviram de esclarecimento aos delegados. Exemplo prático disso é a expressão ‘sindicalização permanente’, que constava no texto base e que tinha a meta de chamar dirigentes da Direção Executiva, representantes sindicais e energéticos para manter o pique e buscar o aumento da sindicalização, algo que trará o caminho para a diminuição da mensalidade de 1,5% para 1,3% da remuneração mensal.


Uma medida, que por incrível que pareça, gerou acalorados debates no Congresso. Um grupo de delegados defendia que era preciso preparar o sindicato para a medida e não implanta-la a partir de janeiro de 2007. A proposta foi para votação e o texto foi mantido. Ou seja: o ano de 2006 será período de desafios, lutas e da construção das condições para diminuição do percentual da mensalidade.


Outras decisões: aprovações das moções de repúdio contra os problemas sofridos pelos trabalhadores da Emae, sobre a posição do presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo a respeito da privatização da CTEEP, além do apoio a reeleição do dirigente do Sinergia CUT, Tiãozinho como deputado estadual. No final, o texto foi aprovado pela maioria esmagadora dos delegados.

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