CUT presente no Fórum Social Mundial 2007

09 janeiro 12:19 2007

O Fórum Social Mundial (FSM) se caracteriza pela pluralidade e pela diversidade, tendo um caráter não confessional, não governamental e não partidário. Ele se propõe a facilitar a articulação de entidades e movimentos engajados em ações concretas, pela construção de um outro mundo, mas não pretende ser uma instância representativa da sociedade civil mundial.
 
Após o primeiro encontro mundial, realizado em 2001, em Porto Alegre, Brasil, o Fórum se configurou como um processo mundial permanente de busca e construção de alternativas às políticas neoliberais.


FSM 2007
E já estão disponíveis no site do Fórum os arquivos completos com as atividades inscritas para o evento. As atividades se organizarão em torno de nove objetivos gerais, que foram definidos a partir de consulta realizada entre junho e agosto de 2006 sobre ações, campanhas e lutas em que estão envolvidas as organizações participantes do FSM.


As novidades sobre a programação podem ser acompanhadas na seção Programa do site do evento 2007 ( http://wsf2007.org/program ) ou pelos boletins e site do processo FSM, na seção Programação FSM ( http://www.forumsocialmundial.org.br/main.php?id_menu=7&cd_language=1 .


Abaixo os objetivos gerais em que se organizarão as atividades do Fórum:
1. Pela construção de um mundo de paz, justiça, ética e respeito pelas espiritualidades diversas;
2. Pela libertação do mundo do domínio das multinacionais e do capital financeiro;
3. Pelo acesso universal e sustentável aos bens comuns da humanidade e da natureza;
4. Pela democratização do conhecimento e da informação;
5. Pela dignidade, diversidade, garantia da igualdade de gênero e eliminação de todas as formas de discriminação;
6. Pela garantia dos direitos econômicos, sociais, humanos e culturais, especialmente os direitos à alimentação, saúde, educação, habitação, emprego e trabalho digno;
7. Pela construção de uma ordem mundial baseada na soberania, na autodeterminação e nos direitos dos povos;
8. Pela construção de uma economia centrada nos povos e na sustentabilidade;
9. Pela construção de estruturas políticas realmente democráticas e instituições com a participação da população nas decisões e controle dos negócios e recursos públicos. 

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