IBGE registra aumento do Emprego e de renda na indústria

12 abril 15:32 2007


 
O emprego industrial cresceu 0,3% em fevereiro em relação a  janeiro, segundo divulgou nesta quinta-feira, 12, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com fevereiro do ano passado, a ocupação do setor aumentou 1%.


Segundo a pesquisa, o índice de média móvel trimestral, considerado o principal indicador de tendência, mostrou crescimento de 0,2% entre o trimestre encerrado em fevereiro e o terminado em janeiro. No primeiro bimestre de 2007, o emprego na indústria registrou alta de 1% ante igual período do ano passado e, em 12 meses até fevereiro, acumula expansão de 0,2%.


Na comparação com fevereiro do ano passado – indicador para o qual há mais detalhamento de dados -, o IBGE mostrou que, setorialmente, no total do País, 11 dos 18 ramos industriais pesquisados contribuíram positivamente para o avanço do emprego, com destaque para alimentos e bebidas (6,1%), produtos de metal (5,1%) e meios de transporte (4,4%).


Em sentido contrário, as pressões negativas no resultado global foram exercidas, sobretudo, por calçados e artigos de couro (-8,2%), vestuário (-6,0%) e madeira (-5,8%).



Renda
O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria aumentou 3,6% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal. Na comparação com fevereiro do ano passado, houve expansão na folha de 5,4%.


De acordo com o IBGE, o indicador de média móvel trimestral da folha avançou 3,1% entre os trimestres encerrados em janeiro e fevereiro, no melhor resultado para esse indicador desde o início da série da pesquisa em 2001.


A folha de pagamento mostrou resultados positivos também no acumulado do primeiro bimestre (4,7%) e em 12 meses até fevereiro (1,9%).


Em termos setoriais, em relação a fevereiro de 2006, os destaques de expansão na folha foram dados por produtos químicos (27,0%), alimentos e bebidas (8,8%) e indústria extrativa (16,2%). Os destaques do lado negativo ficaram por conta de meios de transporte (-2,5%), papel e gráfica (-2,8%) e madeira (-7,3%).


 

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