Luz Para Todos já gerou mais de 150 mil empregos diretos e indiretos

16 abril 18:54 2007

O Programa Luz Para Todos já gerou mais de 150 mil empregos diretos e indiretos, informou o diretor do programa José Ribamar Lobato Santana. O objetivo do Luz para Todos é garantir, até o ano que vem, o acesso à energia elétrica para mais de 10 milhões de pessoas que vivem no campo.


‘Nós já fizemos mais de 2 milhões de postes. Para isso, é preciso de muita gente para trabalhar em mais de 480 mil quilômetros de linhas de transmissão’, disse Santana em entrevista à Agência Brasil.


Ele explicou que os profissionais que trabalham na execução do programa são capacitados em escolas técnicas por meio de convênios firmados com o Ministério de Minas e Energia. ‘Cada empresa tem um modo de trabalho próprio . Geralmente, eles trabalham com uma equipe de quatro eletricistas e um encarregado. Junto com essa equipe tem um pessoal menos qualificado, que chega a seis ou a sete pessoas’.


O diretor disse ainda que o Luz Para Todos tem recursos de cerca de R$ 8,7 bilhões assegurados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para garantir que a meta definida pelo governo seja cumprida. Ele explicou que mais de R$ 4 bilhões serão usados ainda neste ano e restante em 2008.


Santana disse que a meta será atingida já que até agora, desde o início do programa em 2003, mais de 5,5 milhões de pessoas já foram atendidas. ‘Essas 4,5 milhões de pessoas que faltam estão em todos os estados. O programa tem tentado atingir um equilíbrio. Metade das pessoas que precisavam ser atendidas está no Nordeste, que já atendeu a mais de 2,5 milhões de pessoas. O programa está uniforme. Está caminhando em todos os lugares’.


A Região Norte é a que enfrenta a maior dificuldade para receber a instalação de energia elétrica por causa das características locais e das áreas menos povoadas, segundo ele. ‘Nós estamos buscando atender as comunidades, independentemente de elas estarem perto ou não. Isso significa que o programa enfrenta um grau de dificuldade maior do que o dos outros programas porque, pela primeira vez, a gente está atendendo aquelas comunidades muito distantes’.

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