CESP: só a mobilização resolve

06 julho 17:57 2007

Na terceira rodada de negociação com o Sinergia CUT, na última quinta (05), em São Paulo, a direção da CESP se recusou a apresentar uma proposta que contemplasse os anseios e as reivindicações dos trabalhadores.


Pela proposta, salários e benefícios seriam reajustados em 3,98% e o Acordo Coletivo teria vigência de apenas um ano. Na cláusula de Gerenciamento de Pessoal, a empresa manteve a proposta colocada desde a primeira rodada: vigência de um ano com garantia para 95% do quadro de pessoal. Na questão da verba de Planejamento de Pessoal, o índice continuou nos 2%.


Proposta rejeitada


O Sinergia CUT rejeitou novamente a proposta da CESP pois entende que o percentual do reajuste salarial ficou muito aquém das reivindicações dos trabalhadores e a empresa não acena com nenhum aumento real.


Mais: o Sinergia CUT deixou claro na mesa de negociação que não aceita a flexibilização da cláusula de Gerenciamento de Pessoal, fundamental para proporcionar tranqüilidade aos trabalhadores da geradora, que continua na mira da privatização tucana. 


Além disso, a luta é por um Acordo Coletivo por três anos e pela manutenção de outras cláusulas que são fruto de muita luta dos trabalhadores.


Diante do impasse, o Sinergia CUT e os trabalhadores vão intensificar o Plano de Luta para pressionar algum avanço na negociação marcada para o próximo dia 12, a partir das 14h, em São Paulo.


O Sindicato espera que, até lá, a direção da CESP e o governo estadual comecem a negociar de verdade. Aguarde informações.

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