Caravana do Sinergia CUT segue para Brasília

14 agosto 17:07 2007

Cerca de 50 energéticos, entre dirigentes, trabalhadores da ativa e aposentados  de todas as macrorregiões do Sinergia CUT, já estão na estrada para participar do Dia Nacional de Luta da CUT que acontece nesta quarta-feira (15) em Brasília (DF), sob o comando de Artur Henrique da Silva Santos, presidente nacional da Central.  


Os militantes do Sindicato encontram caravanas de trabalhadores de todos os Estados do Brasil na manhã de quarta, na concentrarão em frente ao Museu Nacional a partir das 9h. Depois do ato político que acontece às 10h, todos os manifestantes participam de caminhada pela Esplanada dos Ministérios. Ao meio-dia, os trabalhadores dão um ‘abraço’ ao Congresso Nacional.


Para a direção do Sinergia CUT, o Dia Nacional de Luta é ‘uma reação dos trabalhadores diante de ataques como a emenda 3, o fator previdenciário e a limitação do direito de greve’. A CUT e sindicatos filiados debateram uma importante pauta que precisa ser defendida para proteger os direitos dos trabalhadores’,  alerta o presidente da CUT-SP, Edílson de Paula.
 
Além dessas reivindicações, a CUT vai exigir de parlamentares e governo federal a regulamentação do sistema de negociação permanente no serviço público, a retirada do projeto de lei que cria fundações estatais de direito privado e a retirada do PLP 01, que ‘engessa’ recursos da folha de pagamento da União.


A manifestação também luta por reforma agrária, redução da jornada de trabalho, limitação das horas extras e valorização da educação pública, com adoção de piso salarial nacional.


Audiências oficiais
Também para pressionar o governo federal a atentar às pautas dos trabalhadores, lideranças cutistas participam de diversas audiências com ministros. Nesta terça-feira (14), os sindicalistas estiveram reunidos com os ministros Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência), José Gomes Temporão (Saúde) e Fernando Haddad (Educação). Na tarde de quarta (15), estão agendadas audiências com os ministros Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário) e Luiz Marinho (Previdência), além do presidente da Câmara Federal Arlindo Chinaglia.

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