AES Tietê: proposta econômica tem que melhorar

28 agosto 16:34 2007

Depois de audiência no MPT de Bauru, retomada da negociação nesta terça (28) frustra trabalhadores


Ainda não foi dessa vez. Depois da audiência convocada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) de Bauru, finalmente os negociadores da AES Tietê retomou a negociação da Campanha Salarial com o Sinergia CUT, realizando a sétima rodada na manhã desta terça-feira (28), em São Paulo.


A tão esperada audiência no MPT de Bauru, que condicionava a retomada de negociação da Campanha Salarial, aconteceu na última sexta-feira (24). O procurador Marcos Vinícius Gonçalves concedeu anuência para negociação direta entre Sindicato e AES Tietê para solucionar pendências como Incorporação Salarial, Escala de Revezamento, DSR (Descanso Semanal Remunerado) e Pagamento de Horas Extras também quando da participação em cursos e treinamentos.


Assim, durante a rodada da Campanha Salarial, a empresa apresentou proposta econômica de 4,5% de reajuste para salários até R$ 7.800 e um fixo de R$ 350 para salários acima desse valor. Pagaria também um abono de R$ 200 no vale alimentação de dezembro. No Gerenciamento de Pessoal, a AES Tietê admite aumentar o quadro mínimo dos atuais 247 para 255 trabalhadores. A empresa também afirmou estar disposta a discutir um Plano de Incentivo Aposentadoria até 30 de setembro próximo, compromisso que seria assumido em Carta Paralela, e concordar com a validade do ACT por três anos.


O Sinergia CUT rejeitou a proposta porque avalia que a AES Tietê tem condições de melhorara principalmente os itens econômicos. Mas os negociadores da empresa não agendaram nova rodada.

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