Duke Energy recorre contra multa de órgãos ambientais

25 setembro 11:28 2007

A Duke Energy entra nesta segunda-feira, 24 de setembro, com pedido de defesa administrativa contra as multas referentes ao reflorestamento em área das sete usinas hidrelétricas que operam na bacia do rio Paranapanema, no Paraná, emitidas pelo Instituto Ambiental do Paraná. A empresa contesta que o IAP não poderia emitir multas relativas aos empreendimentos porque o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis é o órgão licenciador.


De acordo com a Duke Energy, as sete multas emitidas pelo IAP, no valor de R$ 20,1 milhões, são insubsistentes, pois seus empreendimentos são licenciados e fiscalizados pelo Ibama. A Duke não concorda também com o número de hectares utilizado para calcular os valores das multas pela sua indisponibilidade no momento da autuação.


A Duke Energy contesta ainda duas multas do Ibama que totalizam R$ 298 mil, referentes às usinas Canoas I e II. A empresa informa que cumpriu as exigências de reflorestamento e respectiva manutenção na licença de operação. Desde o início das atividades no Brasil, em julho de 1999, a companhia já investiu R$ 66,4 milhões em programas ambientais.


 

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