UNI-Américas do setor elétrico

09 outubro 13:31 2007

Sinergia CUT organiza e participa de oficina nacional: unir forças para firmar acordos coletivos de trabalho em nível global


‘Nossas lutas são iguais: direitos dos trabalhadores, previdência, plano de saúde e condições dignas de trabalho’. Foi com essa declaração  que o presidente do Sindicato dos Eletricitários de Campinas e vice-presidente do Sinergia CUT, Wilson Marques de Almeida, abriu a Oficina UNI-Américas do Setor Elétrico do Brasil que teve início na manhã desta terça-feira (09), no Hotel Nacional Inn, em Campinas.


O encontro vai até esta quarta (10) e reúne cerca de 30 pessoas, entre elas, Fernando Master, coordenador da UNI-Américas, Basílio Sepúlveda, da Federação Luz da Argentina e os sindicalistas que representam os trabalhadores das empresas dos Grupos AES, Iberdrola e Endesa – três multinacionais que controlam distribuidoras, geradoras, transmissoras e comercializadoras de energia em todo o país.


O objetivo da Oficina é contribuir para a defesa e o fortalecimento dos direitos sindicais e trabalhistas através da unidade de ação dos sindicatos do setor elétrico para desenvolver um diálogo social com as empresas multinacionais e que atuam no Brasil.


A história dessa luta


Em março de 2007, 500 representantes de 81 organizações sindicais dos países americanos, inclusive o Sinergia CUT, se reuniram em Mar del Plata, na Argentina, para a Segunda Conferência Regional UNI-Américas, organização que conta com quase 3,7 milhões de filiados provenientes de 194 sindicatos distribuídos em 34 países. Neste evento foi realizado o seminário ‘Padrões Internacionais do Trabalho e Acordos  Globais de Trabalho’. A partir daí, outras reuniões ocorreram.


Uma delas foi na Suíça, onde foi eleito um Comitê Mundial do Setor Elétrico, que tem como responsabilidade unir forças de sindicatos que representem os trabalhadores das multinacionais.


Em julho passado, ocorreu o seminário sub-regional no Chile, com o tema ‘Desenvolver a capacidade de responder às transformações e as políticas das multinacionais do setor elétrico da América Latina’.


Agora é a vez do Brasil e, a organização dessa atividade UNI-Américas ficou por conta do Sinergia CUT. As decisões e resoluções da Oficina serão divulgadas neste portal. Aguarde.

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