CNI/Ibope: governo Lula tem melhor avaliação desde 2003

27 março 14:46 2008

A pesquisa CNI/Ibope divulgada na tarde de hoje mostra que a avaliação positiva do governo de Luiz Inácio Lula da Silva atingiu seu nível mais alto desde março de 2003. Entre os entrevistados, 58% avaliam o governo como ótimo ou bom, o que representa um crescimento de sete pontos percentuais em relação à última pesquisa de dezembro passado. Desde a posse de Lula, somente em dezembro de 2006 a avaliação positiva do governo chegou a patamar semelhante, 57%. A pesquisa ouviu 2002 pessoas entre os dias 19 a 23 deste mês. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Aqueles que avaliam o governo como regular somaram 30%, um ponto percentual a menos do que em dezembro. 11% dos entrevistados disseram que o governo é ruim ou péssimo – seis pontos percentuais a menos do que o levantamento anterior. Os que não opinaram somaram 1%.


A avaliação pessoal do presidente também atingiu seu melhor nível desde março de 2003. A pesquisa pede que o entrevistado dê uma nota de 0 a 10 para o presidente. Nesse levantamento, a nota foi de 7,1, o que representa 0,5 a mais do que em dezembro.


A avaliação daqueles que consideram o segundo mandato de Lula melhor do que o primeiro também melhorou: 42% dos entrevistados disseram que Lula está governando melhor agora do que no primeiro mandato. No levantamento anterior, esse percentual era de 35%.


Para 16% das pessoas entrevistadas, a segunda gestão de Lula é pior do que a primeira. Em dezembro, 21% das pessoas disseram que Lula governou melhor em seus primeiros quatro anos.


A melhor avaliação do presidente, segundo a pesquisa, ocorreu em todos os segmentos analisados. As evoluções mais significativas foram identificadas nas classes de maior renda, nas regiões Norte e Centro-Oeste, nas capitais, e entre aqueles que cursaram até o Ensino Fundamental.


A aprovação geral das áreas do governo também subiu, passando de 65% em dezembro para 73% em março deste ano. Aqueles que desaprovam as principais áreas do governo caíram de 30% para 22%. Outros 4% não opinaram. (Jeferson Ribeiro)

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