Artur na 2ª Reunião da Direção Executiva Ampliada do Sinergia CUT

15 agosto 14:02 2008

Cenários e tarefas da CUT e dos trabalhadores foi o tema de abertura exposto pelo presidente da Central na reunião ocorrida na quarta (13)
 
‘Nesses 25 anos de CUT avançamos rumo à liberdade e autonomia, à democracia interna, tornando a central a maior do Brasil, a 5ª do mundo e referência das lutas em todo o país. Os desafios que se colocam para a classe trabalhadora nesse próximo período são muitos. Mas há condições para avançarmos mais’.


Com essa certeza foi que o presidente da CUT, Artur Henrique da Silva Santos iniciou sua explanação na manhã da última quarta (13), no Hotel Opala, em Campinas, na 2ª Reunião da Direção Executiva do Sinergia CUT – Ampliada. Para os participantes, o dia foi de avaliação, discussão e planejamento da entidade sobre os desafios do próximo período.


Depois de apresentar um breve resgate histórico e fazer um levantamento da fase atuamente vivida pelo CUT, Artur passou a falar sobre os desafios e expectativas da Central.


Ele ressaltou a importância do envolvimento do Sindicato e de todos os trabalhadores energéticos nas lutas que virão, já que o setor está em evidência e em pauta nacional. Por isso mesmo, é uma das bandeiras centrais da Jornada de Lutas e Mobilizações definida na 12ª Plenária Nacional da CUT e que foi divulgada durante a passeata no centro de São Bernardo no último dia 08.


‘As bandeiras dessa Jornada possibilitam promover a solidariedade interna e o diálogo com o povo trabalhador não organizado, que é o principal afetado pela ausência de direitos. E a questão da energia está em evidência no país. Portanto, a defesa da matriz energética limpa não pode ficar de fora da nossa luta’, afirmou.


Manter acesa a chama
Segundo ele, a tarefa de todos as entidades filiadas à Central é resgatar em cada trabalhador o orgulho de ser cutista e efetivar as bandeiras definidas em ações concretas.


É preciso ‘avançar para uma estrutura sindical democrática com a extinção do imposto sindical e implementação da taxa negocial, efetivação do direito de organização por local de trabalho e a ratificação da Convenção 87 da OIT’, disse Artur.


Para manter sempre acesa a chama do fortalecimento da democracia, da valorização do trabalho, da ampliação de direitos da classe trabalhadora, com toda a sua diversidade.

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