Novamente, Elektro nega PLR igual para todos

26 junho 20:18 2009

Antes da rodada de negociação do ACT, empresa ameaça não pagar a antecipação de julho sem assinar acordo da PLR


 


O Sinergia CUT também participou, na última quinta (25), de mais uma longa reunião com representantes da Elektro para continuar a negociar o pagamento da PLR 2009. A quinta rodada aconteceu na Sede, em Campinas.


 


De início, a direção da Elektro informou que atenderá parcialmente as reivindicações do Sinergia CUT, reafirmadas no último dia 09. A empresa aceita retirar o indicador TML (Tempo Médio de Ligação) das metas que condicionam o pagamento e não redistribuirá o peso desse indicador, garantindo assim 25% na PLR dos trabalhadores.


 


Reduziu também a meta de Observação de Segurança para 7.800 observações durante esse ano.  Mas os indicadores DEC e Disponibilidade CAC permanecem com as metas propostas anteriormente.


 


Ameaça
Outro problema é que, apesar da insistência dos dirigentes do Sinergia CUT, os negociadores da Elektro não casino uk definiram o valor nem garantiram o pagamento da antecipação historicamente paga em julho. Pior: ameaçou não pagar a antecipação sem a assinatura do acordo da PLR 2009.


 


Depois de muito debate, intervalos, idas e vindas, ficou evidente que a intenção da empresa era resolver agora parte do problema criado no ano passado, quando usou um critério que resultou em uma diferença no valor recebido por um grupo de trabalhadores. Ou seja, tirar dinheiro da PLR dos Eletricitários e redistribuir para os salários mais altos, inclusive dos Engenheiros.


 


Nesse momento, o Sinergia CUT reafirmou que melhor seria se a empresa aumentasse o percentual do Resultado do Serviço, possibilitando assim que a PLR fosse igual para todos.


 


Racha
O Sindicato dos Engenheiros continuou defendendo a folha separada e solicitou mais R$ 150 mil para distribuição. Em seguida, o Sinergia CUT reivindicou que os 94,523% do Resultado de Serviço ficasse garantido para distribuição aos Eletricitários, com  distribuição igual para todos os trabalhadores. A Elektro não concordou com essa proposta.


 


Sem acordo, os representantes do Engenheiros preferiram novamente rachar a mesa de negociação da PLR de 2009 para negociar separadamente os 5,477% que são distribuídos àquela categoria. Lamentável.

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