CESP:Intransigência do governo estadual continua

09 outubro 16:20 2009

Sinergia CUT realiza assembleias deliberativas para aprovação de greve no dia 21. Empresa não comparece à GRT.


A CESP não compareceu à mesa redonda, agendada para última quarta (08) na Gerência Regional do Trabalho (GRT) em Bauru, alegando não desenvolver atividades no município. A indisposição em negociar é tanta que a empresa utiliza-se de um argumento que não corresponde à realidade, uma vez que existem aproximadamente 15 trabalhadores lotados na Hidrovia Tietê-Paraná na cidade de Bariri, que pertence à jurisdição da Gerencia Regional do Trabalho de Bauru.


Diante do evidente desrespeito da CESP e de seus controladores, o Sinergia CUT realizará assembleias deliberativas na próxima terça (13) para explicar que a única alternativa que o governo Serra deixa aos trabalhadores é a greve. A proposta do Sinergia CUT é discutir as alterações feitas pela empresa após o fechamento da negociação e pedir a aplicação da última proposta.


 ‘Em nenhum momento os trabalhadores poderão permitir que o governo do estado faça as alterações no ACT sem antes ter um exaustivo processo de negociação.  Caso o trabalhador não demonstre sua indignação, o senhor José Serra nos próximos anos poderá retirar os direitos da companheirada numa ‘canetada’.’, afirma a direção do Sinergia CUT.



Diálogo o Sinergia CUT tentou….



Na última terça (06), o Sinergia CUT se reuniu com o secretario da Casa Civil, Sr. Aloysio Nunes, antes da reunião do Conselho de Administração da CESP, com o objetivo de expor a posição dos trabalhadores diante da decisão do governo em fazer alterações no texto do Acordo. No entanto, o secretario afirmou que não haverá mudanças na proposta apresentada e que, portanto o sindicato deverá tomar as providencias que melhor lhe convier.



Depois da mobilização na última segunda nos locais de trabalho em Ilha Solteira (UHE, Almoxarifado e Laboratorio), UHE Jupiá e Porto Primavera, a expectativa do Sindicato é de que os trabalhadores continuem unidos para preservar os direitos e exigir do governo do estado de São Paulo respeito ao processo de negociação.

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