Sinergia CUT engrossa o bloco da prevenção à AIDS e às DSTs

Sinergia CUT engrossa o bloco da prevenção à AIDS e às DSTs
04 março 14:25 2011 Lílian Parise, com informações da Agência Estado

Na véspera do Carnaval, dirigentes do Sindicato participam do 1º Pedágio de Saúde na Central de Atendimento ao Consumidor da Elektro

Em plena sexta-feira (04), véspera da festa mais popular do mundo, dirigentes do Sinergia CUT estiveram no Call Center da Elektro (CAC), em Campinas, para levar aos trabalhadores e trabalhadoras um enredo especial para o Carnaval 2011, focando principalmente a prevenção ao HIV/Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Batizada de 1º Pedágio Sindical da Saúde, voltado especialmente ao mundo do trabalho, a iniciativa foi uma parceria com a CIPA da CAC para promover também a importância do uso do preservativo em todas as relações sexuais.

“Pudemos debater e conscientizar sobre as diversas formas de prevenção das DSTs e da Aids, ressaltando a prevenção e a importância do sexo seguro nesses dias da festa de Momo”, destacaram os diretores Rosana Gazzolla e Esteliano Gomes Neto.

Para se ter uma idéia da gravidade da transmissão do HIV no Brasil, a Agência de Notícias da Aids destaca que “somos todos vulneráveis”. Os números não mentem: 33,4 milhões de pessoas vivem com HIV no Brasil, sendo que 2,7 milhões foram infectados somente em 2008, ano que registra 2 milhões de mortos pela doença.

Junto com os cipeiros, os dirigentes do Sinergia CUT distribuíram aos trabalhadores e trabalhadoras um material informativo e muitos preservativos. “É o único jeito de prevenir para conquistar, como resultado, uma melhor qualidade de vida”, concluíram.

Só 49% das mulheres usam camisinha em nova relação

Uma pesquisa divulgada hoje pelo Ibope sobre os hábitos de saúde e consumo das mulheres mostra que apenas 49% usam preservativos em todo novo relacionamento. Entre os homens, esse índice é de 55%.

O estudo foi realizado entre agosto de 2009 e julho de 2010, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões Sul e Sudeste. Foram ouvidas 18.884 pessoas de ambos os sexos, das classes AB, C e DE, e com idade acima de 18 anos.

Entre as mulheres ouvidas, 79% disseram que pagariam qualquer preço para ter saúde, mas 59% disseram que só vão ao médico quando estão realmente doente. Além disso, 53% das mulheres afirmam que, devido à rotina agitada, não se cuidam como deveriam. Apenas 34% praticam exercício físico pelo menos uma vez por semana.

A pesquisa do Ibope revela também que 40% das mulheres estão sempre fazendo regime. Entre os homens, o índice cai para 29%. “A mulher contemporânea pesquisa os melhores preços, quer estar em dia com moda e estilo, cuida da saúde e estética, além de fazer o que for preciso para proteger sua família”, afirma Juliana Sawaia, gerente de inteligência de mercado do Ibope Mídia.

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