AES Tietê: Reajuste a prestação???

AES Tietê: Reajuste a prestação???
15 junho 20:58 2011 Cecília Gomes

Proposta irrisória de 5% de reajuste agora em junho, mais 1,5% em dezembro é rejeitada na mesa

É como no crediário, mas sem nenhuma facilidade. A AES Tietê propõe aos trabalhadores um reajuste irrisório e parcelado, não cumulativo. A proposta de 5% de reajuste agora em junho, mais 1,5% em dezembro foi rejeitada e criticada pelo Sinergia CUT, na mesa de negociação da última quarta (15).

“Essa postura da AES demonstra uma contradição pois é a única empresa no setor que tem um contrato bilateral vendendo energia para sua co-irmã a um preço acima do mercado e agora a empresa vem para a mesa de negociação com uma proposta que não repõe sequer a inflação.”,critica a direção do Sinergia CUT.

Além disso, terá um reajuste de energia de aproximadamente 10% (IGPM) na correção da tarifa, que já é supervalorizada em virtude do citado contrato bilateral.

A próxima rodada está marcada para terça (21) às 17h, em São Paulo. “Caso a empresa não pare de brincar de negociar e não apresente uma proposta que contemple as reivindicações dos trabalhadores, deveremos aprovar um plano de lutas que deverá ir de 2 horas até a greve.”, destaca a direção do Sindicato. 

É como no crediário, mas sem nenhuma facilidade. A AES Tietê propõe aos trabalhadores um reajuste irrisório e parcelado, não cumulativo. A proposta de 5% de reajuste agora em junho, mais 1,5% em dezembro foi rejeitada e criticada pelo Sinergia CUT, na mesa de negociação da última quarta (15).

“Essa postura da AES demonstra uma contradição pois é a única empresa no setor que tem um contrato bilateral vendendo energia para sua co-irmã a um preço acima do mercado e agora a empresa vem para a mesa de negociação com uma proposta que não repõe sequer a inflação.”,critica a direção do Sinergia CUT.

Além disso, terá um reajuste de energia de aproximadamente 10% (IGPM) na correção da tarifa, que já é supervalorizada em virtude do citado contrato bilateral.

A próxima rodada está marcada para terça (21) às 17h, em São Paulo. “Caso a empresa não pare de brincar de negociar e não apresente uma proposta que contemple as reivindicações dos trabalhadores, deveremos aprovar um plano de lutas que deverá ir de 2 horas até a greve.”, destaca a direção do Sindicato.

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