CS 2015: meio dia de mobilização dos trabalhadores da AES Tietê

CS 2015: meio dia de mobilização dos trabalhadores da AES Tietê
31 julho 19:08 2015 Lílian Parise

Atualizado dia 05/08/2015

A 5ª rodada de negociação, que estava agendada para amanhã (6), às 15h, foi transferida para a próxima sexta (7), às 10h. Acompanhe as negociações e participe das assembleias.

 

Postada em 31 de julho

Para pressionar avanços na mesa de negociação, plano de luta continua na próxima segunda-feira (03)

Ainda não foi dessa vez que os representantes da AES Tietê apresentaram uma proposta satisfatória para os trabalhadores. Na rodada ocorrida na última quinta-feira, em São Paulo, não houve avanço e o Sindicato rejeitou a proposta apresentada pela empresa.
Assim os trabalhadores seguem com o plano de luta e participam de meio dia de mobilização na próxima segunda-feira (03) para pressionar a Tietê a atender às reivindicações da categoria.
Vale lembrar que o plano de luta aprovado começou com duas horas de mobilização no último dia 13 e assembleias longas no último dia 20.

Sobre o reembolso da Fundação CESP
No início da quarta rodada, a empresa deu retorno a uma cobrança feita pelo Sindicato sobre a conta salário já que, todas as vezes que o trabalhador solicita reembolso e ou empréstimo da Fundação CESP, o crédito é feito nessa mesma conta.
Ocorre que, como a conta salário não pode receber nenhum tipo de outro depósito que não seja o previsto no próprio nome – salário – os reembolsos estavam sendo estornados, causando transtorno para os trabalhadores.
A Tietê afirmou que, em contato com a Fundação CESP, foi informada de que o site do plano disponibilizará um link para que o trabalhador informe a conta corrente em que quer receber o reembolso.

Sobre a proposta rejeitada
Em seguida, os negociadores da empresa apresentaram a proposta  de reajuste de salários e benefícios que seriam parcelados em 6,3% em junho mais 1,4% em janeiro, totalizando 7,8%.
A proposta econômica inclui ainda rejuste de 9% no VA, 7,8% no VR e antecipação de R$ 4.650 a título de PLR. A empresa nega a concessão do vale cultura e propõe dois anos de vigência para o novo Acordo Coletivo.
Proposta rejeitada. “Não dá para aceitar o parcelamento de reajuste, pois os salários já perderam com a inflação passada e perderiam mais até janeiro. Fora isso, queremos aumento real, reajustes maiores para o VA e VR, além de antecipação de R$ 5 mil de PLR”, argumenta o Sindicato.
Nova rodada está marcada para a próxima quita-feira (06). Até lá, os trabalhadores vão à luta e participam da mobilização de meio dia para mostrar força e união.

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