AES Tietê Energia: Termo Aditivo de Operadores em nova discussão

AES Tietê Energia: Termo Aditivo de Operadores em nova discussão
08 junho 12:15 2016 Débora Piloni

Comissão formada por trabalhadores e Sindicato acompanhará a implementação efetiva do termo aditivo e poderá dar sugestões para uma melhora nas condições de trabalho e para a segurança do sistema elétrico

Com objetivo de colocar um ponto final no descumprimento da empresa referente ao Termo Aditivo de Operadores, o Sinergia CUT realizou nesta terça (07) uma reunião com os gerentes de relação sindicais, RH e operação da AES Tietê Energia.

Na ocasião os representantes do Sindicato afirmaram que acordo é para ser cumprido, uma vez que, o não cumprimento coloca a integridade dos trabalhadores e o sistema elétrico em risco. Vale ressaltar que esse Termo Aditivo de Operadores regulamenta a operação das usinas desassistidas, sendo que o processo de implantação da automação está em andamento.

O Sinergia CUT ressaltou que, por diversas vezes nesses últimos meses, levou ao conhecimento da empresa as pendências sendo que parte delas não foram resolvidas e persistem até o momento. Detalhe: lá se vão seis meses da assinatura do Termo Aditivo.

Portanto, para os dirigentes sindicais, essa deveria ser a última reunião com o objetivo de relatar as denúncias e cobrar providências. “O próximo passo é procurar outros caminhos para resolvê-las”, afirmou a direção do Sinergia CUT.

Após as considerações, foram relatadas as seguintes pendências:

• Transporte dos operadores das usinas de apoio em atendimentos de urgência e emergência para aos locais teleassistidos

• Política de sobreaviso

• Treinamentos de acordo com as novas responsabilidades assumidas pelos operadores das usinas de apoio

• Definição do quadro para a usina de apoio de Promissão/Nova Avanhandava

• Transferência unilateral de trabalhadores

Ponto positivo: Comissão acompanhará o processo
A empresa reconheceu a necessidade de adequar o acompanhamento da implementação do termo aditivo e se comprometeu a intensificar a política de treinamento e a cumprir integralmente o que foi acordado.

Para tanto, deverá ser criada uma comissão com representantes dos trabalhadores das usinas de apoio e com um dirigente sindical indicado pelo Sindicato. Além de acompanhar o processo de execução do Termo, essa comissão deverá apresentar  sugestões para uma melhora contínua nas condições de trabalho e para a segurança do sistema elétrico.

E mais: a empresa fará um relatório da eclusa de Nova Avanhadava (NVA), onde foram detectadas as dificuldades de operação e  agendará reunião com o Sindicato para tratar sobre o assunto. Fique ligado!

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