Em defesa da vida

Deputado protocola Indicação na Câmara Federal pedindo restituição imediata dos valores cobrados indevidamente nas contas de energia elétrica

Sinergia CUT subsidiou o deputado com documentos

Deputado protocola Indicação na Câmara Federal pedindo restituição imediata dos valores cobrados indevidamente nas contas de energia elétrica
26 maio 14:12 2021 Débora Piloni

Como uma entidade democrática, que se organiza a partir dos locais de trabalho para a defesa dos direitos da categoria energética, mas que também atua para ampliar a inclusão social e a conquista da cidadania para todos, é dever do Sinergia CUT nesse trágico momento em que vive o país diante da pandemia de Covid-19, combater veementemente a carestia.  

A falta de bens essenciais à sobrevivência tem afetado milhões de brasileiros. Em busca de ações possíveis para a defesa da vida e o enfrentamento das mazelas promovidas principalmente pelo governo federal, o Sindicato buscou diálogo com parlamentares para realizar atividades em prol da sociedade.

Sabendo-se que, desde 2017, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a cobrança indevida de cerca de R$ 50 bilhões cobrados a mais pela incidência de PIS e Cofins sobre as tarifas de energia, o Sinergia CUT subsidiou o deputado Federal Alencar Santana Braga (PT/SP) que protocolou na Câmara dos Deputados uma Indicação ao presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para que a restituição dos valores devidos seja realizada de maneira imediata por meio de desconto nas tarifas de energia.

“São R$ 50 bilhões que são de direito dos consumidores que estão passando fome e necessitando desse dinheiro agora!”, afirma Carlos Alberto Alves presidente do Sinergia CUT.

Assim como em outras ações pela vida  que o Sindicato têm realizado, o  objetivo é ajudar a poupar o orçamento das famílias diante do agravamento da pandemia de Covid-19 e preservar a vida. “Esse dinheirão foi cobrado a mais dos brasileiros em suas contas de energia e o desconto tem que vir agora, nesse tempo de crise que estamos vivenciando, pois a energia elétrica é um bem essencial e público, indispensável à vida e à dignidade da pessoa humana”, conclui.

Por Débora Piloni

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